15ª CONVENÇÃO NACIONAL DOS DIFUSORES DO LIVRO

12 e 13/08/2008 - Hotel Holiday Inn – SP

O QUE VOCÊ TEM FEITO PARA O CRESCIMENTO DE SUA EMPRESA?

( ) Reclamar do mercado e da equipe de vendas pelo menos 3 vezes ao dia.
( ) Descansar, enquanto espera a concorrência desanimar.
( ) Aproveitar a 15ª CONVENÇÃO NACIONAL DOS DIFUSORES DO LIVRO para trocar idéias, ouvir palestras, participar de debates, ou ainda, conhecer quais ferramentas outros empresários como você estão utilizando para aumentar suas vendas com segurança e máxima lucratividade.

O LIVRO PORTA-A-PORTA NO SÉCULO 21

Este é o tema da Convenção Nacional ABDL. Será uma ótima oportunidade para trocar idéias e debater assuntos relevantes do nosso setor.

RESULTADOS DA PESQUISA DO SETOR PORTA A PORTA

Divulgaremos durante o evento os resultados da pesquisa que está sendo elaborada pela empresa RF Pesquisas e que será respondida pelo associados da ABDL a respeito do mercado de livros porta a porta e perfil das empresas.

RETRATOS DA LEITURA NO BRASIL

Também apresentaremos os resultados da recente pesquisa (ano 2007) Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, com números e informações dos hábitos de leitura em nosso País. O sr. Galeno Amorim, Coordenador do Observatório do Livro e da Leitura, comentará as informações obtidas de grande interesse do mercado porta a porta.

VENDEDOR COMO AGENTE DA CULTURA

Mesas de debates com a participação de convidados e associados da ABDL.

OTIMIZANDO A VENDA DO LIVRO. CRIATIVIDADE GERA NEGÓCIOS

Mesas de debates com apresentação de cases de nosso setor.

20ª BIENAL DO LIVRO DE 14 A 24 DE AGOSTO DE 2008

Aproveite e participe do maior evento do mercado editorial da América Latina. A sua estadia estará garantida até 15/08/2008 no Hotel Holiday Inn, que faz parte do complexo Anhembi. A previsão é que esta Bienal tenha maior repercussão que a de 2006.
Mais detalhes, acesse www.bienaldolivrosp.com.br .

7º CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE EDITORES

Junto à programação da 20ª Bienal Internacional do Livro. Os editores dos países de língua portuguesa e espanhola vão se reunir para abordar pelo menos duas questões da maior importância para a América Latina. Uma delas é o papel do livro no desenvolvimento social e econômico dos países da região. A outra é a questão da leitura como estratégia para promover melhor percepção e exercício da cidadania.
As inscrições já estão abertas.


Aguarde informações mais detalhadas
sobre a Convenção e valores para inscrição.

6º SALÃO SUPERA EXPECTATIVAS

O 6º Salão de Negócios realizado de 12 a 16 de março no Hotel Resort Plaza Itapema (Itapema/SC), superou as expectativas em termos de localização, integração entre os parceiros do setor de venda direta de livros e fechamento de negócios. Essa foi a conclusão da pesquisa realizada entre os participantes do evento. A hospedagem foi considerada ótima por 77,8%; e 92,6% afirmaram que a realização do evento contribuiu para ampliar e fortalecer o melhor entendimento, conhecimento e harmonia entre os associados. No item "se o evento satisfez a sua expectativa nos negócios realizados", 85,2% responderam que "sim". A ABDL já está trabalhando no planejamento do 7o. Salão de Negócios, a ser realizado provavelmente no Nordeste, com muitas outras novidades.

Veja:
fotos do evento

Entrevistas da TV RBS (Globo) com Luís Antônio Torelli, presidente da ABDL; e os empresários Juergen Konig, e Ademir de Jesus Brasil.
clique aqui

ABDL no Jornal Nacional

Livro de porta em porta

Link para o vídeo:
Assista ao vídeo

Num país enorme como o nosso, a internet e as livrarias ainda têm uma concorrência que resiste ao tempo e às novas tecnologias: são os mascates, responsáveis pela venda de 15 em cada 100 exemplares.
No mundo todo, a internet tem sido um meio cada vez mais freqüente de compras e os livros estão entre os produtos mais negociados na rede. Mas, ao mesmo tempo, num país enorme como o nosso, a internet e as livrarias espalhadas pelas cidades ainda têm uma concorrência que resiste ao tempo e às novas tecnologias e que responde por 15 de cada 100 exemplares vendidos no Brasil. Quem mostra é a repórter Tatiana Nascimento.

Pelas ruas de Fortaleza, no Ceará, Cristine e Alexandre espalham cultura. De casa em casa, lá se vão coleções inteiras de enciclopédias e livros didáticos.

O mercado é promissor nas regiões Norte e Nordeste do país e na periferia das grandes cidades. Na Baixada Fluminense, no Rio, o dia de Paulo César Gonçalves começa com livros nas mãos. Ele sai cedo de casa e percorre em média cinco quilômetros a pé.

Na escolinha, a venda é garantida. As ilustrações encantam a professora e os alunos. “Você vê o brilho no olho das crianças, aí, você tem que comprar”, diz a professora Raquel Cabral.

Seu Paulo estava desempregado quando foi aconselhado por um amigo a vender livros de porta em porta. No começo, estranhou a idéia, mas logo no primeiro dia a experiência deu tão certo, que não foi preciso mais nenhum incentivo. Agora, essa é a rotina dele, de segunda a sexta-feira, há mais de dez anos.

No ano passado, os chamados mascates venderam, em todo o país, R$ 780 milhões em livros. Isso é 15% do total das vendas diretas do setor, que incluem a internet.

“São 30 mil profissionais de Porto Alegre a Manaus. Em todas as cidades praticamente você vai encontrar um vendedor”, afirma Luís Antonio Torelli, da Associação Brasileira de Difusão do Livro.

“Quando eu saí pra vender livro e comecei a ver a alegria das pessoas eu também me incentivei e passei a gostar da leitura. Eu não acreditava que o livro poderia levar alegria pras pessoas e ao mesmo tempo me fazer alegre”, diz Paulo.

ABDL DECLARA SEU APOIO À CAMPANHA DE COMBATE AO TRABALHO INFANTIL

Dia 12 de junho – Dia Mundial contra o Trabalho Infantil
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
Crianças que têm responsabilidades de gente grande. São assim que milhares de jovens entre 5 e 17 anos de idade trabalham no Brasil. As conseqüências do trabalho infantil são assustadoras: prejuízo para o rendimento escolar, à saúde, ao convívio familiar e social.
Sensibilizada com o número alarmante (cerca de 5 milhões de crianças e adolescentes que trabalham informalmente), a ABDL – Associação Brasileira de Difusão do Livro, além de declarar o seu apoio à “Campanha de Combate ao Trabalho Infantil”, celebrado no dia 12 de junho designado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) – e que tem como fim, sensibilizar toda a sociedade e gestores públicos para implementação das suas convenções, na prevenção e erradicação do trabalho infantil para que a infância seja, de fato, um tempo de brincar e aprender, de estudo e lazer, a ABDL também irá incluir em todo o seu material de divulgação (folheto, revista, site, etc), o número do telefone disque denúncia do SOS Trabalho Infantil, 0800-111616. “Acreditamos que iniciativas como essas ajudarão e muito na redução do número de crianças que são exploradas. As famílias destes menores precisam entender que o papel dos filhos não é trazer dinheiro para casa e sim, viver sua infância”, declara o atual presidente da Entidade, Luis Antonio Torelli.
De acordo com a Constituição da República (arts. 7º, inciso XXXIII e 227, § 3º, incisos I e II) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (art. 60), a idade mínima para contratação do menor para o trabalho é de 16 anos (alterada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15.12.98), porém não podem trabalhar em horário noturno (das 22h0 às 05h00) e em uma série de trabalhos considerados perigosos, ou em ambientes insalubres.
Isso significa que a lei proíbe o trabalho do menor de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos.
Procuradores que atuam na Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, vem agindo no combate e repressão ao trabalho infantil, por intermédio de núcleo especializado denominado NETI - Núcleo de Erradicação do Trabalho Infantil, que integra a Codin - Coordenadoria da Defesa dos Interesses Difusos e Coletivos. Ciente de que não basta tirar a criança do trabalho, mas de que é necessário proporcionar à família do menor, condições para mantê-lo fora do mercado de trabalho, a PRT 2ª Região atua em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego, por seu Núcleo de Proteção ao Trabalho do Adolescente e Repressão ao Trabalho Infantil, Conselhos Tutelares, OIT, Unicef, dentre outras instituições.


Segundo Drª Maria José Sawaia Castro Pereira do Vale, uma das procuradoras responsáveis pelo Núcleo de Erradicação do Trabalho Infantil, em São Paulo, faz um alerta para o Artigo 244 A do Estatuto da Criança e do Adolescente que prescreve especificamente o crime de exploração sexual da criança:
Art. 244-A - Submeter criança ou adolescente, como tais definidos no "caput" do artigo 2º desta Lei, à prostituição ou à exploração sexual:

Pena - reclusão de quatro a dez anos e multa.

§ 1º Incorrem nas mesmas penas o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que se verifique a submissão de criança ou adolescente às práticas referidas no "caput" deste artigo;

§ 2º Constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença de localização e de funcionamento do estabelecimento".