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15ª CONVENÇÃO NACIONAL DOS DIFUSORES DO LIVRO
12 e 13/08/2008 - Hotel Holiday Inn – SP
O QUE VOCÊ TEM FEITO PARA O CRESCIMENTO DE SUA EMPRESA?
( ) Reclamar do mercado e da equipe de vendas pelo menos 3 vezes ao dia.
( ) Descansar, enquanto espera a concorrência desanimar.
( ) Aproveitar a 15ª CONVENÇÃO NACIONAL DOS DIFUSORES DO LIVRO para trocar idéias, ouvir palestras, participar de debates, ou ainda, conhecer quais ferramentas outros empresários como você estão utilizando para aumentar suas vendas com segurança e máxima lucratividade.
O LIVRO PORTA-A-PORTA NO SÉCULO 21
Este é o tema da Convenção Nacional ABDL. Será uma ótima oportunidade para trocar idéias e debater assuntos relevantes do nosso setor.
RESULTADOS DA PESQUISA DO SETOR PORTA A PORTA
Divulgaremos durante o evento os resultados da pesquisa que está sendo elaborada pela empresa RF Pesquisas e que será respondida pelo associados da ABDL a respeito do mercado de livros porta a porta e perfil das empresas.
RETRATOS DA LEITURA NO BRASIL
Também apresentaremos os resultados da recente pesquisa (ano 2007) Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, com números e informações dos hábitos de leitura em nosso País. O sr. Galeno Amorim, Coordenador do Observatório do Livro e da Leitura, comentará as informações obtidas de grande interesse do mercado porta a porta.
VENDEDOR COMO AGENTE DA CULTURA
Mesas de debates com a participação de convidados e associados da ABDL.
OTIMIZANDO A VENDA DO LIVRO. CRIATIVIDADE GERA NEGÓCIOS
Mesas de debates com apresentação de cases de nosso setor.
20ª BIENAL DO LIVRO DE 14 A 24 DE AGOSTO DE 2008
Aproveite e participe do maior evento do mercado editorial da América Latina. A sua estadia estará garantida até 15/08/2008 no Hotel Holiday Inn, que faz parte do complexo Anhembi. A previsão é que esta Bienal tenha maior repercussão que a de 2006.
Mais detalhes, acesse www.bienaldolivrosp.com.br .
7º CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE EDITORES
Junto à programação da 20ª Bienal Internacional do Livro. Os editores dos países de língua portuguesa e espanhola vão se reunir para abordar pelo menos duas questões da maior importância para a América Latina. Uma delas é o papel do livro no desenvolvimento social e econômico dos países da região. A outra é a questão da leitura como estratégia para promover melhor percepção e exercício da cidadania.
As inscrições já estão abertas.
Aguarde informações mais detalhadas
sobre a Convenção e valores para inscrição.
6º SALÃO SUPERA EXPECTATIVAS
O 6º Salão de Negócios realizado de 12 a 16 de março no Hotel Resort Plaza Itapema (Itapema/SC), superou as expectativas em termos de localização, integração entre os parceiros do setor de venda direta de livros e fechamento de negócios. Essa foi a conclusão da pesquisa realizada entre os participantes do evento. A hospedagem foi considerada ótima por 77,8%; e 92,6% afirmaram que a realização do evento contribuiu para ampliar e fortalecer o melhor entendimento, conhecimento e harmonia entre os associados. No item "se o evento satisfez a sua expectativa nos negócios realizados", 85,2% responderam que "sim". A ABDL já está trabalhando no planejamento do 7o. Salão de Negócios, a ser realizado provavelmente no Nordeste, com muitas outras novidades.
Veja:
fotos do evento
Entrevistas da TV RBS (Globo) com Luís Antônio Torelli, presidente da ABDL; e os empresários Juergen Konig, e Ademir de Jesus Brasil.
clique aqui
ABDL no Jornal Nacional
Livro de porta em porta
Link para o vídeo:

Num país enorme como o nosso, a internet e as livrarias ainda têm uma concorrência que resiste ao tempo e às novas tecnologias: são os mascates, responsáveis pela venda de 15 em cada 100 exemplares.
No mundo todo, a internet tem sido um meio cada vez mais freqüente de compras e os livros estão entre os produtos mais negociados na rede. Mas, ao mesmo tempo, num país enorme como o nosso, a internet e as livrarias espalhadas pelas cidades ainda têm uma concorrência que resiste ao tempo e às novas tecnologias e que responde por 15 de cada 100 exemplares vendidos no Brasil. Quem mostra é a repórter Tatiana Nascimento.
Pelas ruas de Fortaleza, no Ceará, Cristine e Alexandre espalham cultura. De casa em casa, lá se vão coleções inteiras de enciclopédias e livros didáticos.
O mercado é promissor nas regiões Norte e Nordeste do país e na periferia das grandes cidades. Na Baixada Fluminense, no Rio, o dia de Paulo César Gonçalves começa com livros nas mãos. Ele sai cedo de casa e percorre em média cinco quilômetros a pé.
Na escolinha, a venda é garantida. As ilustrações encantam a professora e os alunos. “Você vê o brilho no olho das crianças, aí, você tem que comprar”, diz a professora Raquel Cabral.
Seu Paulo estava desempregado quando foi aconselhado por um amigo a vender livros de porta em porta. No começo, estranhou a idéia, mas logo no primeiro dia a experiência deu tão certo, que não foi preciso mais nenhum incentivo. Agora, essa é a rotina dele, de segunda a sexta-feira, há mais de dez anos.
No ano passado, os chamados mascates venderam, em todo o país, R$ 780 milhões em livros. Isso é 15% do total das vendas diretas do setor, que incluem a internet.
“São 30 mil profissionais de Porto Alegre a Manaus. Em todas as cidades praticamente você vai encontrar um vendedor”, afirma Luís Antonio Torelli, da Associação Brasileira de Difusão do Livro.
“Quando eu saí pra vender livro e comecei a ver a alegria das pessoas eu também me incentivei e passei a gostar da leitura. Eu não acreditava que o livro poderia levar alegria pras pessoas e ao mesmo tempo me fazer alegre”, diz Paulo.
ABDL DECLARA SEU APOIO À CAMPANHA DE COMBATE AO TRABALHO INFANTIL
Dia 12 de junho – Dia Mundial contra o Trabalho Infantil
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.
Crianças que têm responsabilidades de gente grande. São assim que milhares de jovens entre 5 e 17 anos de idade trabalham no Brasil. As conseqüências do trabalho infantil são assustadoras: prejuízo para o rendimento escolar, à saúde, ao convívio familiar e social.
Sensibilizada com o número alarmante (cerca de 5 milhões de crianças e adolescentes que trabalham informalmente), a ABDL – Associação Brasileira de Difusão do Livro, além de declarar o seu apoio à “Campanha de Combate ao Trabalho Infantil”, celebrado no dia 12 de junho designado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) – e que tem como fim, sensibilizar toda a sociedade e gestores públicos para implementação das suas convenções, na prevenção e erradicação do trabalho infantil para que a infância seja, de fato, um tempo de brincar e aprender, de estudo e lazer, a ABDL também irá incluir em todo o seu material de divulgação (folheto, revista, site, etc), o número do telefone disque denúncia do SOS Trabalho Infantil, 0800-111616. “Acreditamos que iniciativas como essas ajudarão e muito na redução do número de crianças que são exploradas. As famílias destes menores precisam entender que o papel dos filhos não é trazer dinheiro para casa e sim, viver sua infância”, declara o atual presidente da Entidade, Luis Antonio Torelli.
De acordo com a Constituição da República (arts. 7º, inciso XXXIII e 227, § 3º, incisos I e II) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (art. 60), a idade mínima para contratação do menor para o trabalho é de 16 anos (alterada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15.12.98), porém não podem trabalhar em horário noturno (das 22h0 às 05h00) e em uma série de trabalhos considerados perigosos, ou em ambientes insalubres.
Isso significa que a lei proíbe o trabalho do menor de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos.
Procuradores que atuam na Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, vem agindo no combate e repressão ao trabalho infantil, por intermédio de núcleo especializado denominado NETI - Núcleo de Erradicação do Trabalho Infantil, que integra a Codin - Coordenadoria da Defesa dos Interesses Difusos e Coletivos. Ciente de que não basta tirar a criança do trabalho, mas de que é necessário proporcionar à família do menor, condições para mantê-lo fora do mercado de trabalho, a PRT 2ª Região atua em conjunto com o Ministério do Trabalho e Emprego, por seu Núcleo de Proteção ao Trabalho do Adolescente e Repressão ao Trabalho Infantil, Conselhos Tutelares, OIT, Unicef, dentre outras instituições.
Segundo Drª Maria José Sawaia Castro Pereira do Vale, uma das procuradoras responsáveis pelo Núcleo de Erradicação do Trabalho Infantil, em São Paulo, faz um alerta para o Artigo 244 A do Estatuto da Criança e do Adolescente que prescreve especificamente o crime de exploração sexual da criança:
Art. 244-A - Submeter criança ou adolescente, como tais definidos no "caput" do artigo 2º desta Lei, à prostituição ou à exploração sexual:
Pena - reclusão de quatro a dez anos e multa.
§ 1º Incorrem nas mesmas penas o proprietário, o gerente ou o responsável pelo local em que se verifique a submissão de criança ou adolescente às práticas referidas no "caput" deste artigo;
§ 2º Constitui efeito obrigatório da condenação a cassação da licença de localização e de funcionamento do estabelecimento".
HISTÓRIAS DE SUCESSO
O mercado porta-a-porta de livros também abriga a figura de atacadistas, como José Carlos Lima, do Grupo Desafio, do Recife (PE). Ele é reconhecido especialmente pelo treinamento de vendas que oferece, todos os anos, a cerca de 3 mil vendedores. Tem 200 vendedores autônomos e sua clientela é formada por 200 empresas, para as quais trabalham cerca de 3 mil livreiros. Em média, faturam de R$ 700 a R$ 800 por mês. "Há quem faça um trabalho mais direcionado e tire R$ 3 mil."
A ex-professora Guiomar Trindade Motta atua como vendedora da enciclopédia Barsa há 22 anos."Formei meus três filhos com esse trabalho. Conquistei minha independência financeira na Barsa." Apaixonada pelo trabalho, Guiomar diz que geralmente suas visitas ocorrem por indicação e com horário agendado. Ainda hoje, porém, é comum aproveitar uma visita para prospectar o potencial da vizinhança.
Para ter sucesso em nichos é preciso estar à frente do leitor, com sugestões, fazer muita pesquisa e ter metas. Essa é a fórmula do livreiro João Carlos Antipon. Há 22 anos no ramo, ele é muito conhecido nas grandes redações de São Paulo, onde iniciou seu trabalho de venda direta. O cuidado com o relacionamento abriu outros espaços para ele, no circuito de marketing político, assessorias de imprensa e eventos em geral – onde chega a ser convidado para montar bancas com títulos afins.
Antipon diz que o mercado mudou muito nos últimos 12 anos. "A geração mais jovem não valoriza tanto o livreiro", comenta. Se não fosse pelo amplo circuito de relacionamentos que criou, ele duvida que teria conseguido reestruturar seu negócio. Atualmente, revistas e jornais representam 70% de suas vendas. "É uma mudança brutal. Sorte que ao longo desses anos eu me especializei. Conheço as revistas e seus fornecedores. Trabalho de 12 a 14 horas por dia. É gratificante", afirma.
Tanta dedicação valeu um convite para ter um ponto fixo dentro da Editora Globo, onde mantém uma livraria, administrada com a ajuda da esposa, Tereza. Encontrá-lo por lá não é fácil. Sua agenda de visitas e encomendas está sempre cheia.
MORTES
Morre o escritor Sidney Sheldon
O americano Sidney Sheldon nunca foi um escritor elogiado pelos críticos, que não encontraram mérito literário algum em suas obras. Indiferente, ele se orgulhava da autenticidade de seus romances e afirmava que escrevia sempre sobre o que tinha experimentado na própria carne. Bastou isso para se tornar um eterno best-sellers, idolatrado por milhares de fãs que lamentaram sua morte, ocorrida anteontem (30/01) à noite, em Los Angeles. A busca pela autenticidade dos fatos, aliada a uma boa dose de suspense, emoção e sensualidade, elementos que ele foi um dos primeiros escritores americanos a usar, consagraram sua obra, cujos números impressionam: 25 romances, 300 milhões de exemplares vendidos em 180 países e traduzidos para 50 idiomas — no Brasil, seus livros têm a chancela da editora Record
Fonte: O Estado de S. Paulo - 1/2/2007 - por Ubiratan Brasil
Morre a escritora sueca Marianne Fredriksson
A escritora Marianne Fredriksson, uma das autoras suecas de maior sucesso internacional, morreu aos 79 anos, informou nesta segunda-feira (12/02) a imprensa sueca. Fredriksson morreu no domingo de forma repentina em sua casa em Österskär, nos arredores de Estocolmo. Após uma crise pessoal, a autora de Hanna e suas filhas iniciou em 1980, com Evas bok, uma tardia, mas bem-sucedida carreira que levou a vendas milionárias de seus livros, traduzidos a 47 idiomas. O último de seus 17 romances, Ondskans leende, foi publicado em 2006.
Fonte:JB Online - 12/2/2007
OPORTUNIDADES:
Continuam, até o dia 16 de março, as inscrições para a entrega de projetos culturais para as áreas de artes cênicas, música, mostras de cinema e artes visuais para os espaços da Caixa Cultural localizados em Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Serão analisados projetos apresentados para espetáculos, exposições, exibições, palestras, encontros, cursos workshops, oficinas e programas educativos nos segmentos das artes visuais, literatura, artes cênicas, música e cinema. A inscrição deverá ser feita exclusivamente via internet por meio do site www.caixaculturaledital2007.com.br. Informações pelo telefone 0800-704-5068, de segunda a sábado (exceto feriados) das 09h às 19h.
A Câmara Brasileira do Livro abriu as inscrições para o Prêmio Jabuti, que neste ano traz como novidade a inclusão da categoria Direito. São elegíveis obras inéditas de autores brasileiros, publicadas no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2006. As inscrições podem ser feitas até 30 de março. No dia 5 de junho serão anunciados os dez finalistas por categoria. A apuração final sai em 15 de agosto. Mais detalhes no site www.premiojabuti.com.br.
Diante do desconhecimento sobre como funciona o mercado editorial no Brasil, o curso "Como funciona o mercado editorial brasileiro" pretende mostrar quais são as melhores maneiras de entrar ou se beneficiar deste sofisticado ramo da produção intelectual. O professor escolhido foi Sério França, coordenador editorial da Editora Record, com aulas ministradas na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). O curso, que conta com dez aulas, começa no dia 19 de março, no Campus II das Faculdades Integradas Helio Alonso (r. da Matriz 49, Botafogo - RJ). Informações pelo telefone 21-2102-3220/21023232 ou pelo e-mail: extensao@facha.edu.br.
CURIOSIDADES:
O doce veneno do escorpião foi um dos maiores fenômenos editoriais de 2005 e 2006. Desde que foi lançado, o livro está na lista dos mais vendidos, foi comprado por editoras de mais de 40 países e já teve seus direitos vendidos para o cinema. No Brasil, ultrapassou a marca de 160 mil exemplares vendidos e ganhou também uma versão em áudio-livro. Agora, Raquel Pacheco - a ex-garota de programa Bruna Surfistinha - lança mais um livro que vai dar muito o que falar: O que aprendi com Bruna Surfistinha - Lições de uma vida nada fácil (Panda Books, 272 pp., R$ 27,90). O lançamento é hoje (22/11), na Livraria Siciliano do Shopping Metrô Santa Cruz (r. Domingos de Moraes, 2564 - São Paulo), a partir das 19h.
Fonte: PublishNews - 22/11/2006
Só a Editora Barsa Planeta, dedicada a essa modalidade de comércio desde a década de 1950, tem 1,5 mil representantes no País. Cerca de 200 deles no Estado de São Paulo, onde a empresa tem 200 vagas em aberto, conta a diretora de treinamento e marketing da Barsa, Sandra Cabral. Segundo ela, um representante da marca ganha, em média, entre R$ 7 mil e R$ 10 mil por mês.
Fonte: Gazeta Mercantil
"Hoje, cada brasileiro lê 1,8 livro por ano, abaixo da Colômbia (2,4) e muito menos que a França (7) e os Estados Unidos (5)", enumera o diretor do Comitê Diretivo do PNLL, José Marques Castilho Neto, também presidente da Fundação Editora Unesp. "Pela primeira vez, o Estado, representado pelos Ministérios da Cultura e da Educação, e os setores privados ligados ao livro - escritores, editores, livreiros, etc. - se reúnem com o mesmo objetivo."
Fonte: O Estado de São Paulo – 09/09/06
NOTÍCIAS DO MERCADO:
A Livraria Saraiva anunciou uma receita bruta no valor de R$ 251 milhões acumulados no ano de 2006, 29,5% a mais do que o total registrado no mesmo período, em 2005. O bom resultado é reflexo da ampliação das categorias de produtos vendidos, com destaque para as áreas de informática, eletrônicos e livros importados, bem como no aumento dos prazos de pagamento oferecidos aos clientes e fortes ações focadas ao marketing. A Saraiva também fechou uma parceria para abrigar uma das primeiras lojas da Starbucks no Brasil, que será inaugurada em dezembro, dentro da unidade do MorumbiShopping. A rede de café Starbucks é líder no segmento, com mais de 11 mil lojas. Já a loja virtual da Livraria Saraiva registrou um crescimento de 58,1% na sua receita acumulada de 2006 e obteve elevação de 38,5% no ticket médio.
Fonte: PublishNews - 22/11/2006
Após 45 dias fechado para reforma, o Arquivo Público do Estado reabriu no último dia 30/01. Durante o período de recesso, a instituição passou por reformas de readequação dos seus espaços. O Setor de Consulta, que recebe cerca de 450 pesquisadores por mês, teve sua área ampliada. Recebeu iluminação mais adequada e uma nova sala para as máquinas leitoras de microfilmes. A Área de Conservação recebeu mais um espaço de 240 metros lineares de suportes. Ainda foi instalado um novo sistema de ar condicionado, mais eficiente e silencioso, no Auditório Florestan Fernandes, que também passou por reforma. O Arquivo Público do Estado fica na r. Voluntários da Pátria, 596, em Santana, São Paulo. Informações pelo telefone 11-6221-4785.
Fonte: Secretaria de Estado da Cultura - 26/1/2007 - por Érica Franco
No último dia 12/02, o ministro da Cultura, Gilberto Gil recebeu em audiência o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, para discutir e integrar as políticas públicas de cultura para a capital. Anunciaram que será criada comissão entre o GDF, o Ministério da Cultura, o MEC e o Ministério das Relações Exteriores para efetivar sinergia entre os governos estadual e federal. "Precisamos da ajuda do governo e do MinC para concretizarmos o projeto de tornar Brasília a capital cultural do Brasil", afirmou o governador, que anunciou com o ministro a criação da comissão. Entre as pautas tratadas no encontro está a cooperação do projeto para estruturação e formação de acervo do Museu da República e da Biblioteca Nacional de Brasília
Fonte: MinC - 12/2/2007
A regionalização dos programas do Ministério da Cultura e a integração das políticas culturais dos estados, com o governo federal, foram os principais temas do encontro entre o ministro Gilberto Gil e seus assessores, com os secretários e dirigentes estaduais de cultura do Nordeste, realizado quinta-feira (08/02), em Recife (PE). Entre as propostas de integração, foi discutida a possibilidade de transformar os próximos editais de seleção dos Pontos de Cultura, do Programa Cultura Viva do MinC, em editais estaduais. O investimento nos projetos seria dividido em 50% para cada uma das partes. Desde a criação em 2004, o Cultura Viva já lançou 4 editais, contemplando mais de 500 Pontos de Cultura, em todo o país.
Fonte: MinC - 9/2/2007 - por Patrícia Saldanha
O mercado de distribuição de livros passa por mudanças. O fechamento de pequenas livrarias, a falta de investimento em gestão e a chegada de duas fortes distribuidoras são alguns dos fatores que moldam o novo perfil desse setor. Nos últimos meses, a VSG e a RDS, duas distribuidoras pequenas, fecharam as portas. Não foram as primeiras. No ano passado, uma das mais importantes de livros técnicos, a Reichmann, também sucumbiu e há quatro anos foi a vez da Brasilivros, líder desse segmento entre as décadas de 70 e meados de 90. Nesse novo momento por que passa o setor, duas empresas de grande porte têm conquistado espaço. A Superpedido, fundada em 2004, é uma das líderes em distribuição de obras gerais, e a Tecmedd, criada há sete anos, tem crescido com a comercialização de livros técnicos e importados.
Fonte: Valor Econômico - 30/1/2007 - por Tainã Bispo
O Plano Nacional do Livro e Leitura já elaborou as novas metas e objetivos para o quadriênio e, também, as diretrizes para a Política Nacional do Livro e Leitura. Foi revisado e ampliado pelos ministérios da Cultura, da Educação, pelo Conselho Diretivo e apresentado à Câmara Setorial do Livro e Leitura, no mês de dezembro. O texto, na íntegra, está disponível no site do PNLL. Para o secretário executivo do PNLL, José Castilho Marques Neto, "trata-se de um documento que reflete o alto grau de consenso conquistado pelo Estado e pela sociedade no setor do livro e leitura. Hoje o setor tem um documento conceitual e programático consensado. A hora é de realizar o que foi longamente debatido", disse.
Fonte: MinC - 31/1/2007
Os brasileiros compram em média um livro por ano, enquanto franceses, americanos e ingleses gastam pelo menos cinco vezes mais. Para piorar as coisas, as vendas por aqui caíram 20% nos últimos cinco anos. Ou seja, tem-se uma conjunção de fatores que combinaria com um cenário de quebradeira generalizada no setor. A surpresa, porém, é que as maiores livrarias do país encontram-se em franco processo de expansão. Empresas como Saraiva, Fnac, Livraria Cultura, Siciliano e Nobel cresceram de 10% a 30% em 2006 e anunciaram recentemente ambiciosos planos de expansão para os próximos anos, iniciando um movimento de concentração sem precedentes no país. Há duas explicações para o crescimento das grandes redes. A primeira, e mais importante delas, é a transformação dos livros em apenas mais um dos produtos oferecidos nas imensas lojas das principais livrarias do país. Outro motivo para o sucesso dos grandes foi a resposta rápida que deram à ameaça representada pelo comércio eletrônico. A venda pela internet cresce num ritmo superior a 30% ao ano no país, o que colocou empresas como Americanas.com e Submarino (hoje juntas) entre as líderes na venda de livros.
Exame - 25/1/2007 - por Marcelo Onaga
Um projeto da Musa Editora, o Musa Ambulante, quer resgatar o glamour da venda de livros porta a porta, mas de uma forma repaginada. Os livros serão vendidos em uma van estilizada, com diversos títulos para adultos e crianças. O carro vai parar em frente às faculdades e parques divulgando os livros de pequenas editoras. De acordo com a coordenadora do projeto, Leda Rita Cintra, a necessidade de opções para atingir a clientela se deve à prioridade das livrarias por best sellers. "Os livros das pequenas editoras ficam escondidos, sem nenhum tipo de divulgação. O Musa Ambulante é uma forma de transpor a barreira dos grandes livreiros", diz Leda.
Em apenas uma semana de inscrição, o Prêmio Jabuti já ultrapassou a marca de 100 obras participantes. "Desde o final do ano passado era grande o número de pessoas que buscavam informações sobre a data da abertura das inscrições. O Jabuti vem causando uma grande expectativa no meio editorial, o que é muito positivo" declara José Luiz Goldfarb, curador do Prêmio. Podem participar obras inéditas de autores brasileiros, publicadas no Brasil entre 1o de janeiro a 31 de dezembro de 2006. As inscrições vão até o dia 30 de março e podem ser feitas no site. Serão distribuídos mais de R$ 120 mil em prêmios.
Fonte: CBL Informa - 30/1/2007
As vendas de livros na França caíram 1,5% em 2006 em termos de valor, o maior recuo dos últimos 15 anos, de acordo com a publicação profissional "Livres Hebdo". Em volume de vendas, a quebra foi ainda maior, 3%, explicou a publicação, recordando que desde o começo das suas estatísticas sobre vendas em 1991 só se tinham registrado perdas em valor em 1997 (-1%) e em 2005 (-0,5%). A queda foi particularmente pronunciada no quarto trimestre (-4,5%), que é tradicionalmente o que acumula boa parte do mercado no setor. Por temáticas, as reduções afetaram particularmente as vendas de livros científicos, técnicos e médicos (-4,5%), assim como as de enciclopédias e dicionários (-3,5%), algo que poderá estar associado ao desenvolvimento de uma grande oferta digital.
Já está disponível para download, em formato PDF, o Plano Nacional do Livro e Leitura que foi revisado e ampliado pelos ministérios da Cultura, da Educação e pelo Conselho Diretivo. No texto, que traça metas e objetivos para o próximo quadriênio e apresenta as diretrizes para a PNLL, o leitor encontra os princípios norteadores, objetivos e metas, eixos de ação, a estrutura para implementação e detalhes sobre as fontes de recurso do PNLL, além de textos de apresentação escritos pelos ministros da Cultura e da Educação. O Plano Nacional do Livro e Leitura é um conjunto de projetos, programas, atividades e eventos na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas em desenvolvimento no país, empreendidos pelo Estado (em âmbito federal, estadual e municipal) e pela sociedade.
Fonte: Boletim PNLL - 14/2/2007
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